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| Ilustração de Mariana Simões (Obrigado) |
Nasci aos pés dos Hermínios, onde, por lá, também Lusitano e Viriato, terão vencido o Inverno e o Inferno. Tataraneto de ferreiro que, por dizer, “Quando vou para a minha bigorna sou homem para fazer um relógio”, foi brindado com a alcunha. Adoptei, com vontades e inveja saudáveis, esse rijo nome. Bigorna
terça-feira, 17 de março de 2020
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É que é isto mesmo, está tudo na mesma!
ResponderEliminarGostei do arranjo, sim senhor, parabens,
ResponderEliminarA história é fixe,
Naminha região estes "dialétos" foram-se esfumando, primeiro com a alfabetização, depois com a globalizacao,
Mas com a covid-19 pode haver uma recaida, 'um 'aralho do 'orona!